doutrina espirita e ecumenismo. doctrina espirita y ecumenismo. spiritist doctrine and ecumenism. духовное учение и экуменизм דוקטרינה רוחנית ואקומניזם
espiritismo mundial
sexta-feira, 31 de julho de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
cristianismo unido em diversidade/Christianity united in diversity: EL RABINO ARGENTINO DESTACA EL CORAJE DEL PAPA FRA...
cristianismo unido em diversidade/Christianity united in diversity: EL RABINO ARGENTINO DESTACA EL CORAJE DEL PAPA FRA...: Rabino argentino destaca el "coraje" del Papa Francisco Foto: Ministerio de Cultura, Deporte y Turismo de Corea del...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
ATO ECUMẼNICO NA UFPR
Celebração Cultural reúne representantes de oito religiões na Capela da Reitoria da UFPR
As comemorações dos 102 anos da UFPR tiveram um momento bastante
especial na tarde desta segunda-feira (15). Representantes de oito
religiões se reuniram na Capela da Reitoria para realizar uma celebração
cultural. O objetivo era mostrar que o amor, o respeito e a busca pela
paz são valores comuns a todas as crenças. E como a espiritualidade e a
fé podem caminhar lado a lado com o conhecimento científico.
“Durante as comemorações da trajetória da Universidade que desenvolveu e transformou o Paraná, abrimos vários momentos para nos aproximar da comunidade. Nesta celebração, buscamos, através da fé e da diversidade, chamar atenção para nos olharmos com mais respeito e espírito fraterno”, explicou o reitor Zaki Akel.
Leia também:
Com foco na cultura musical das religiões, o evento contou com
membros das igrejas Católica, Batista, Luterana e Ortodoxa, além da
Umbanda, Candomblé, Espiritismo e Islamismo. Cada um teve seu momento
para mostrar as principais ideias de sua religião e alguns aspectos da
arte dentro de seus rituais.“Este é um momento de diálogo muito importante aberto dentro da universidade. Se, por um lado, temos discordâncias de crenças, por outro temos muitos valores em comum. Nossa convicção nunca deve ferir a convicção do outro.” - Padre Volnei Campos, Igreja Católica Apostólica Romana
“Acreditamos que a união nos faz maiores. A fé Ortodoxa respeita a todas as religiões, culturas e civilizações. Acreditamos no diálogo.” - Padre Samaan Nasry, Pároco da Igreja Ortodoxa Antioquina São Jorge de Curitiba
“O ser humano não deve deixar de buscar o conhecimento e aprender. Mesmo que se torne uma autoridade no assunto, o homem deve continuar sua busca pelo saber ilimitado. Não há fronteiras para o conhecimento e o amor.” - Sheike Mohammad Sadek Ebrahimi – Líder da Comunidade Islâmica de Curitiba
“Existem vários pontos de contato que unem as religiões em todo o mundo. Não há nenhuma razão para conflitos e disputas. São diversos os caminhos que nos conduzem para o mesmo fim, a fonte inesgotável de amor, o Deus único.” - Adriano Lino Greca, vice-presidente da Federação Espírita do Paraná
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
ATO ECUMÊNICO ENTRE MÃE DE SANTO E PASTORA EVANGÉLICA EM SALVADOR(BAHIA)BRASIL
Pastora visita terreiro de candomblé em encontro ecumênico e faz preces com mãe de santo
Tags: Cajazeira XI, Conselho Ecumênico Baiano de Igrejas Cristãs, Coordenadoria Ecumênica de Serviço, Ecumenismo, ialorixá mãe Branca, Ilê Axé Obá Babá Xeré, pastora Sônia Mota, Pedra de Xangô, religiões afro-brasileiras
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Sônia Mota, pastora e representante da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e do Conselho Ecumênico Baiano de Igrejas Cristãs (CEBIC), esteve acompanhada do secretário estadual de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI), Raimundo Nascimento, na visita ao terreiro Ilê Axé Obá Babá Xeré, em Cajazeira XI, que é liderado pela ialorixá mãe Branca.
De acordo com Branca, “as crianças não podem dizer que são do candomblé por que são discriminadas”, e recentemente, um monumento sagrado da religião, a Pedra de Xangô, foi vandalizada.
A pastora, que usava uma camiseta branca com os dizeres “Eu respeito as diversidades”, criticou o ato de vandalismo e afirmou que seu gesto de ir ao terreiro tinha como objetivo deixar um recado à favor da tolerância.
“Nós, enquanto organização de entidades religiosas, não compactuamos com atos de desrespeito à diversidade religiosa. A CESE luta há 40 anos pelo reconhecimento dos terreiros. Essa depredação da Pedra de Xangô causou muita indignação entre nós. Nossa presença hoje é justamente para provar isso”, disse Sônia Mota.
A mãe Branca agradeceu o gesto e frisou que foi surpreendida pela visita da pastora: “Saio daqui muito emocionada. É um acontecimento histórico para os povos de terreiro. Nunca imaginei que um dia receberia pastores em minha casa. Tenha certeza de que essa luta não será em vão”, comentou.
O secretário Raimundo Nascimento disse que pretende solicitar maior atenção das autoridades responsáveis contra os atos de vandalismo: “Este encontro é resultado do trabalho deste grupo. Entre as medidas acertadas, destacam-se o tombamento e registro especial da Pedra, limpeza, rondas policiais, iluminação e criação de um parque de proteção ambiental”, disse.
No final do encontro, de mãos dadas, todos fizeram rezas em iorubá, e a mãe Branca orou o Pai Nosso junto com a pastora.
domingo, 28 de setembro de 2014
KARDEC E O JUDAISMO
Kardec e o Judaísmo
As ligações do Espiritismo com o Judaísmo são de ordem histórica, profética, escriturística e fenomênica (e que vale dizer: mediúnica).
Historicamente o Judaísmo é o ponto de partida da concepção espírita da vida e do mundo, Kardec o considera como a I Revelação, personificado em Moisés e desenvolvida pelos profetas. Essa revelação, codificada na Bíblia (Velho Testamento), anuncia outra que virá com o Messias; o Cristianismo ou a II Revelação.
Está, personificada em Jesus, como o Cristo ou Messias de Israel e codificada nos Evangelhos, anuncia outra que virá com o Espírito de Verdade: O Espiritismo ou III Revelação.
Kardec explica esse processo histórico na introdução do mais popular dos seus livros, que é “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Mas trata do assunto nas demais obras da Codificação, ou seja, nos cinco livros fundamentais da doutrinaespírita, também chamados, por analogia bíblica, de pentateuco Kardeciano. O Judaísmo é considerado como um momento de tese'>síntese da evolução espiritual da Terra. Um momento decisivo, que assinala a transição do nossoplaneta, de seu estágio de misticismo-supersticioso (psiquismo indiferenciado) para o estágio superior de misticismo-racional, com o aparecimento de monoteísmo.
O povo judeu foi o primeiro povo monoteísta da História. Antes, houve antecipações monoteístas em várias religiões, mas sempre restritas aos meios dirigentes. A própria transição dos judeus para o monoteísmo é assinalada na Bíblia como uma fase de lutas dolorosas, como se vê no episódio das táboas da lei, no Sinai.
Mas, consolidado o monoteísmo judeu como concepção popular, houve um povo e um ambiente capazes de permitir a encarnação do Cristo na Terra, para dar ao planeta um novo impulso evolutivo. O Cristianismo é o desenvolvimento de uma nova concepção de vida, também dolorosamente conquistada, mas que prepara o advento da concepção espírita.
Em “O Céu e o Inferno”, terceiro volume da codificação espírita, Kardec assinala que o Judaísmo, ao contrário das religiões cristãs, não se levantou contra o Espiritismo. E considera esse fato como uma decorrência natural de conteúdoespírita da revelação mosaica e de todo o seu desenvolvimento profético. Estudando a acusação católica de que o Espiritismo é condenado pelo capítulo 18 de “Deuterônimo”, mostra que essa condenação não abrange o Espiritismo e representava apenas uma medida contrária às práticas mágicas e supersticiosas da época, que os israelitas haviam aprendido no Egito . Mostra ainda que todas as condenações de Deuterônimo correspondem às do Espiritismo em nossos dias, no tocante à prática da mediunidade. Como se pode, pois, acusar o Espiritismo pelo que ele mesmo condena?
A ligação profética do Espiritismo com o Judaísmo vem das anunciações da Bíblia e dos Evangelhos sobre as revelações futuras.
As ligações escriturísticas vêm da seqüência natural dos textos religiosos: da Bíblia aos Evangelhos e destes ao Livro dos Espíritos. A ligação fenomênica é de natureza mediúnica.
A tenda de Moisés no deserto era uma câmara mediúnica em que se davam até mesmo fenômenos de materialização, como se pode ver diretamente nos relatos bíblicos.
Historicamente o Judaísmo é o ponto de partida da concepção espírita da vida e do mundo, Kardec o considera como a I Revelação, personificado em Moisés e desenvolvida pelos profetas. Essa revelação, codificada na Bíblia (Velho Testamento), anuncia outra que virá com o Messias; o Cristianismo ou a II Revelação.
Está, personificada em Jesus, como o Cristo ou Messias de Israel e codificada nos Evangelhos, anuncia outra que virá com o Espírito de Verdade: O Espiritismo ou III Revelação.
Kardec explica esse processo histórico na introdução do mais popular dos seus livros, que é “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Mas trata do assunto nas demais obras da Codificação, ou seja, nos cinco livros fundamentais da doutrinaespírita, também chamados, por analogia bíblica, de pentateuco Kardeciano. O Judaísmo é considerado como um momento de tese'>síntese da evolução espiritual da Terra. Um momento decisivo, que assinala a transição do nossoplaneta, de seu estágio de misticismo-supersticioso (psiquismo indiferenciado) para o estágio superior de misticismo-racional, com o aparecimento de monoteísmo.
O povo judeu foi o primeiro povo monoteísta da História. Antes, houve antecipações monoteístas em várias religiões, mas sempre restritas aos meios dirigentes. A própria transição dos judeus para o monoteísmo é assinalada na Bíblia como uma fase de lutas dolorosas, como se vê no episódio das táboas da lei, no Sinai.
Mas, consolidado o monoteísmo judeu como concepção popular, houve um povo e um ambiente capazes de permitir a encarnação do Cristo na Terra, para dar ao planeta um novo impulso evolutivo. O Cristianismo é o desenvolvimento de uma nova concepção de vida, também dolorosamente conquistada, mas que prepara o advento da concepção espírita.
Em “O Céu e o Inferno”, terceiro volume da codificação espírita, Kardec assinala que o Judaísmo, ao contrário das religiões cristãs, não se levantou contra o Espiritismo. E considera esse fato como uma decorrência natural de conteúdoespírita da revelação mosaica e de todo o seu desenvolvimento profético. Estudando a acusação católica de que o Espiritismo é condenado pelo capítulo 18 de “Deuterônimo”, mostra que essa condenação não abrange o Espiritismo e representava apenas uma medida contrária às práticas mágicas e supersticiosas da época, que os israelitas haviam aprendido no Egito . Mostra ainda que todas as condenações de Deuterônimo correspondem às do Espiritismo em nossos dias, no tocante à prática da mediunidade. Como se pode, pois, acusar o Espiritismo pelo que ele mesmo condena?
A ligação profética do Espiritismo com o Judaísmo vem das anunciações da Bíblia e dos Evangelhos sobre as revelações futuras.
As ligações escriturísticas vêm da seqüência natural dos textos religiosos: da Bíblia aos Evangelhos e destes ao Livro dos Espíritos. A ligação fenomênica é de natureza mediúnica.
A tenda de Moisés no deserto era uma câmara mediúnica em que se davam até mesmo fenômenos de materialização, como se pode ver diretamente nos relatos bíblicos.
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domingo, 14 de setembro de 2014
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